Studies in the Scriptures

Tabernacle Shadows

 The PhotoDrama of Creation


CAPÍTULO 4

O GRANDE “DIA DA EXPIAÇmO”

A Ordem do Tipo e Suas Significaçtes Antitípicas 
O Novilho 
O Sacerdote 
A Entrada para o Santo com o Sangue 
O Incenso, o Cheiro Suave, e o Mau Cheiro 
Entrada para o Santo dos Santos 
Bode do Senhor 
O Bode Expiatório  
A BLno do Povo.

 

O Dia da Expiaçno como um tipo deveria ser considerado separadamente, como uma parte, relacionandose a outros tipos do Tabernáculo. Realmente, estes tipos sno cada qual ilustraçtes separadas, por assim dizer; cada qual tem seu próprio objetivo e ensina suas próprias liçtes, e no entanto estno em concordância — partes de uma galeria, e harmoniosas como a obra de um grande Artista. No total deles temos de olhar primeiro para a Cabeça e em seguida para o seu Corpo, os subsacerdotes, a Igreja.

Para entender o significado do Dia da Expiaçno e sua obra, devemos compreender que enquanto nosso Senhor Jesus em pessoa é o Sacerdote Supremo para o subsacerdócio, a Igreja Evangélica, “seu Corpo”, mas no mais íntegro e completo sentido ele é o Cabeça e nós somos os membros do Corpo do Sumo Sacerdote do inundo. Certamente Arno era chefe sobre seu subsacerdócio, enquanto realmente em seu geral e próprio sentido, e representando os subsacerdotes, ele foi ordenado para ministro como Sumo Sacerdote “de todo o povo” de Israel — o típico representativo de toda humanidade, desejosa de ter a expiaçno feita pelos seus pecados e de voltar ao favor divino e obediLncia. 

Como a consagraçno do sacerdócio antitípico inclue todos os membros do Corpo, e requere nno menos do que toda a Idade Evangélica para a completaçno, ssim também coin a oferta pelo [50] pecado, ou o sacerdócio da expiaçno: isto iniciou com o Cabeça, e nós, os membros de seu Corpo, cumprimos o que resta das afliçtes de Cristo. E estes sofrimentos requerem nno menos do que a inteira Idade Evangélica para completálos — 1 Ped. 4:13; Rom. 8:17; 2 Cor. 1:7; 4:10; Fil. 3:10; Col. 1:24; 2 Tim. 2:12; 1 Ped. 5:1, 10.

O “Dia da Expiaçno”, qual no tipo era entretanto uni dia de vinte e quatro horas, vemos entno no antítipo que isto abrange toda a Idade Evangélica. E com sua conclusno os sacrifícios cessam, começam a glória e bLno, e o grande Sumo Sacerdote do mundo (Jesus e sua Noiva, feitos um, Cabeça e membros completos) se mostrará coroado como um Rei e Sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque, um Rei de Paz — um Sacerdote sobre o seu trono. — Heb. 5:10.

Aí ele ficará perante o mundo (manifesto, reconhecido, mas despercebido pela visno natural), nno somente como Rei e Sacerdote, mas também como o grande Profeta — “Suscitar-vosá o Senhor vosso Deus, dentre vossos irmnos, um profeta semelhante a mim [Moisés]; .... E acontecerá que toda alma que nno ouvir a esse profeta. será exterminada dentre o povo.” Quando, durante o milLnio do reino de Cristo na Terra, debaixo do governo e ensino deste grande Profeta, Sacerdote e Rei, o gLnero humano será trazido para perfeito conhecimento e habilidade, perfeita obediLncia será requerida, c todos aqueles que nno a conferirem serno cortados da vida sem outra esperança — a segunda morte. — At.  3:22, 23.

   No fim da Idade Judaica Jesus ofereceuse individualmente a Israel como profeta, sacerdote, e rei, típico ou ilustrativo da oferta do Corpo todo, o completo e glorificado Cristo, para o mundo inteiro. 

   Como profeta ele enviouos; como sacerdote “se ofereceu a si mesmo” (Heb. 7:27): e como Rei entrou montado na cidade deles no fim do seu ministério. Mas eles nno o receberam em nenhum destes oficios.

Durante a Idade Evangélica [51] sua Igreja ou Corpo tem reconhecido o como um “Mestre, vindo de Deus” — ande Profeta; como o “Sumo Sacerdote da nossa confissno” ; e como por direito o legítimo Rei. A Palavra de Deus ensina, entretanto, que somente pela Igreja que ele é para ser aceito, mas também que ele (junto com seu Corpo, a Igreja) será o Profeta de todo o povo, o Sacerdote de todo o povo, e o Rei sobre todos povos, naçtes e línguas; o “Senhor de todos”, Sacerdote de todos, e Profeta ou professor de todos.

Na consagraçno do sacerdote típico vimos Arno e seus filhos representando nosso Senhor Jesus e seu Corpo como “novas criaturas”, e um novilho representando sua humanidade; mas no tipo agora para ser considerado encontramos Arno sozinho representando o Único Ungido inteiro (Cabeça e Corpo), e dois diferentes sacrifícios, um novilho e um bode, aqui sno usados para representar a separaçno, contudo similarmente no sofrimento, do Corpo e sua Cabeça, como “sacrifício pelos pecados”.

O PRIMEIRO SACRIFÍCIO DO DIA DA EXPIAÇmO
O NOVILHO

O novilho representava Jesus na idade de trinta anos    o homem perfeito, o qual se deu a si mesmo e morreu por nosso interesse. O Sumo Sacerdote, como já temos visto, representava a “nova” natureza de Jesus, o ungido Cabeça e todos os membros de seu Corpo previstos por Deus. A distinçno qual é aqui feita entre a humana e a “nova criatura” deveria ser claramente entendida e lembrada. * “Cristo Jesus, homem, o qual se deu a si mesmo” na idade de trinta anos, era aquele que previamente era [52] rico (de unia natureza alta), mas por causa de nós se fez pobre: isto é, tomouse um homem, para que pudesse dar o único resgate possível pelo povo — uma vida de homem perfeito. — I Cor. 15:21.

_________

*Veja Estudos das Escrituras, Vol. I, Estudo X, e Vol. II, p. 126.

_________

Visto que a penalidade do pecado do homem era a morte, isto foi necessário para que nosso Redentor se tornasse um homem, “se fez carne”, caso contrário nno poderia redimir o gLnero humano. Uni homem tinha pecado, e a pena era a morte; e se nosso Senhor queria pagar a pena era essencial que ele deveria ser da mesma natureza (mas imaculado, separado do pecado e da raça dos pecadores), e morreu como substituto de Adno, do contrário o gLnero humano nunca podia ser libertado da morte. Para fazer isto o homem Jesus sacrificou “tudo o que tinha” — a glória como um homem perfeito, honra como um homem perfeito podia reivindicála, e finalmente, vida como um homem perfeito. E isto era tudo o que tinha, (exceto a promessa de Deus de uma nova natureza, e a esperança que essa promessa gerou); pois ele tinha trocado seu ser espiritual ou existLncia para o humano, do qual ele fez um “sacrificio pelo pecado”, e qual era tipificado pelo novilho no Dia da Expiaçno. — Jono 1:14; Is. 53:10.

Mas desde que “Cristo Jesus, homem”, o qual se deu a si mesmo como nosso preço de resgate, se infere que ele nno podia ser restaurado a aquela humanidade qual ele deu. Se ele estava para retirar o preço do resgate, nós, os redimidos, novamente recairíamos sob a condenaçno da morte. Mas, graças a Deus, seu sacrifício permanece para sempre, para que pudéssemos ficar para sempre libertos da culpa adâmica e sua penalidade, a morte. Se, entno, o Pai desejasse conferir ao Jesus alguma honra, glória, ou vida como um prLmio pela sua obediLncia ainda até a morte, tinha de ser a glória, honra, e vida em algum outro plano de existLncia do que o humano.

Tal era o desígnio de Jeová para Jesus, isto é, que o exaltou soberanamente acima do plano humano, e acima da sua posiçno [53] préhumana; sobre todos os anjos, principados, e potestades, B Sua própria mno direita (posiçno da graça superior, contíguo a Jeová) e o fez um participante da imortalidade — a natureza divina. Por estes e outros gozos que lhe estavam propostos, Jesus  “suportou a cruz, desprezando a ignomínia, e” “assentouse B direita da Majestade nas alturas”. — Heb. 12:2; Fil. 2:9; Heb. 1:3, 4.

A nova natureza qual nosso Senhor recebeu em lugar da natureza humana, e como uma recompensa pelo seu sacrifício, está aqui tipificada pelo Sacerdote. Enquanto é verdade que o sacrificio do humano nno foi concluído antes da cruz, e que a recompensa, a divina natureza, nno foi completamente recebida antes da ressurreiçno trLs dias mais tarde, nno obstante, na avaliaçno de Deus — e como demonstrado neste tipo    a morte de Jesus (o novilho) era considerada como completa quando Jesus apresentou a si mesmo como um sacrifício vivo, simbolizando sua morte no batismo. Lá ele considerou a si mesmo por morto — morto para todos propósitos humanos, para esperanças de glória humana, honra ou vida — no mesmo sentido que nós, seus seguidores, somos exortados para nós nos considerarmos como mortos para o mundo, mas vivos para Deus como novas criaturas. — Rom. 6:11.

Esta aceitaçno do sacrificio de Jesus por Jeová, no tempo de sua consagraçno, considerando como fosse concluído, e ele realmente morto, foi indicada pela unçno com o Espírito Santo — “o penhor” ou garantia de que ele receberia quando a morte verdadeiramente tivesse acontecido.

Considerando desta maneira, vemos que a morte do novilho tipificou a oferta por Jesus de si mesmo, quando ele consagrou a si mesmo. Isto está em harmonia com a declaraçno do Apóstolo a respeito da consagraçno de Jesus ou oferecimento de si mesmo. Ele cita o Profeta, dizendo: “Eis me aqui [no rol do livro está escrito de mim] para fazer, ó Deus, a tua vontade.” — para morrer e redimir muitos. Lá, disse o inspirado escritor: “Ele tira  o [54] primeiro [isto é, coloca de lado os sacrifícios típicos] para estabelecer [ou cumprir] o segundo [o antítipo, o real sacrifício pelos pecados]” — Heb. 10:7, 9, 14. 

Sim; lá a matança da oferta pelo pecado, tipificada pelo novilho, aconteceu; e os trLs anos e meio do ministério de Jesus demonstraram que toda vontade humana estava morta, e o corpo humano também considerado morto, desde o momento da consagraçno.

O Jesus ungido, preenchido com o Espírito Santo no momento do batismo, era a divina “nova criatura” (contudo nno perfeita como divina até a ressurreiçno): e essa relaçno parentesca ele sempre reivindicou, dizendo: “As palavras que eu vos digo, nno as digo por mim mesmo [como um homem]; mas o Pai, que permanece em mim [ por seu espirito], é quem fez suas obras.” “A palavra que estais ouvindo nno é minha, mas do Pai que me enviou". (Jono 14:10, 24) “nno se faça a minha vontade [como um homem], mas a tua [o Pai celestial] neste e a este” “vaso de barro” consagrado para morrer. — Luc. 22:42.

O Novilho foi matado no “Átrio”, o qual, como tínhamos visto, tipificava a condiçno de fé em e harmonia com Deus, o mais alto conseguimento da carne, a natureza humana. Jesus estava nesta condiçno, um homem perfeito, quando ofereceu a si mesmo (o novilho no tipo) a Deus.

Deixemos guardado na memória estas distinçtes enquanto examinamos cuidadosamente a obra do típico Dia da Expiaçno, para que possamos entender mais claramente as realidades antitipicas. Arno era lavado, em ordem adequadamente para representar a pureza, a inocLncia, da “nova criatura” — o Cabeça e os membros do seu Corpo. (“Aquele que é gerado por Deus nno peca habitualmente; porque a semente de Deus permanece nele, e nno pode continuar no pecado, porque é gerado por Deus.” — 1 Jono 3:9, a palavra gerado é uma traduçno correta — dicionário grego por James Strong, e Diaglott) A nova criatura nno pode pecar, e o seu dever é para manter uma constante [55] vigia sobre a velha natureza, considerada morta, a fim de que nno venha para vida novamente. Desde que a velha deseja dividir o controle com a nova, implica que a velha nno está morta, e que a nova nno venceu. Pois o triunfo da velha natureza significaria a morte da “nova criatura” — “a segunda morte”. 

Arno se vestia para o serviço do “Dia da Expiaçno”, nno com suas usuais “vestes ... para glória e ornamento”, mas com as vestes do sacrifício, a “veste de linho”, emblemas de pureza —  as obras justas dos santos. O manto de linho era um penhor do glorioso manto, qual em seguida vestia; o “cinto de linho” representavao como um servo, entretanto nno tno poderoso como no fim do “Dia da Expiaçno,” quando seria cintado com o “cinto de obra esmerada” do éfode; a mitra de linho, sendo a mesma como aquela pertencente a vestes gloriosas, proclamando a perfeita retidno de nosso Cabeça tanto durante o sacrifício, como depois dele. Entno o antitípico Sumo Sacerdote, a mente divina, um espírito gerado, entretanto ainda nno nascido do Espírito, estava pronto e capaz para realizar o sacrifício da expiaçno no primeiro advento, e procedeu a fazLlo, como tipificado em Arno.

“Com isto entrará Arno no lugar santo [e Santo dos Santos] com um novilho, para oferta pelo pecado, e um carneiro para holocausto. Depois Arno oferecerá o novilho de oferta pelo pecado, o qual será para ele [representando-o] e fará expiaçno por si [os membros de seu corpo — os subsacerdotes] e pela sua casa [todos os crentes, a inteira “família da fé” — os Levitas]; e imolará o novilho que é a sua oferta pelo pecado. Entno tomará um incensário cheio de brasas de fogo de sobre o altar, diante do Senhor, e dois punhados de incenso aromático bem moído, e os trará para dentro do véu [o primeiro véu ou “porta”]; e porá o incenso sobre o fogo perante o Senhor [o incensório de brasas de fogo era posto no topo do altar de ouro no “Santo”, e o incenso desintegrandose sobre ele gradualmente produzia unia fumaça de cheiro suave], a fim de que a nuvem do incenso [penetrando [56] além do segundo véu] cubra o propiciatório, que está sobre [coberturas] o testemunho [a Lei], para que nno morra [por transgredir estas condiçtes, sob as quais unicamente podia vir para a divina presença aceitavelmente].” Lev. 16:3, 6, 11­13.

Olhando através do tipo para o antítipo, permite-nos agora, passo por passo, comparar os feitos de Jesus com esta profética ilustraçno de sua obra. Quando Cristo Jesus, homem, tinha consagrado a si mesmo imediatamente, como uma nova criatura, gerada pelo Espírito Santo, tomou a sacrificada vida humana (sangue do novilho) para apresentála perante Deus como o preço de resgate “pelos nossos pecados, e nno somente pelos nossos pecados, mas também pelos de todo o mundo”. Na condiçno de gerado do Espírito Santo já nno encontravase mais no “Átrio”, mas no primeiro compartimento o “Santo”, onde devia permanecer e oferecer seu incenso pela prova de fogo — ele tinha de demonstrar sua lealdade a Deus e retidno pelas coisas sofridas como um Filho gerado, antes de entrar no “Santo dos Santos”, a perfeita condiçno espiritual. —Heb. 5:8.

O Sumo Sacerdote tomou com ele (junto com o sangue) fogo do altar, e dois punhados de incenso aromático para causar o perfume; e igualmente nosso Senhor Jesus, cumprindo o seu voto de consagraçno, durante os trLs anos e meio de seu ministério, foi um aceitável e agradável perfume para o Pai, atestando imediatamente a integridade da consagraçno e a perfeiçno do sacrifício. O incenso aromático bem moído, representa a perfeiçno do homem Jesus. O fogo do “Altar de Bronze” representa as provaçtes Bs quais ele estava sujeito; e o carregamento deste fogo pelo Sacerdote significa que nosso Senhor tinha de, pelo seu próprio curso de fidelidade, trazer perseguiçtes sobre ele mesmo. E quando as perfeiçtes de seu ser (incenso) entraram em contato com as provaçtes da vida (fogo), ele rendeu perfeita submissno B vontade divina — um cheiro [57] suave. Desta maneira está demonstrado que em tudo foi tentado, mas sem pecado. Como o incenso tinha de ser todo consumido pelo fogo, assim ele entregou tudo seu em obediLncia. Isto era os “dois punhados” do Sacerdote que ele oferecia, deste modo representando a total capacidade e habilidade da justiça do nosso Senhor — requerida e sujeitada.

Mas enquanto Jesus, como uma “nova criatura”, estava portanto dentro do “Santo”, desfrutando a luz do candelabro de ouro, alimentado com o pno da verdade, e oferecendo incenso aceitável a Jeová, permitanos olhar para a “Corte”, e ainda mais longe, além do “Arraial”, e ver outra obra progredindo simultaneamente. Nós ultimamente vimos o novilho morto, no “Átrio”, representando o homem, Jesus, consagrado nos trinta anos de idade, no seu batismo. Agora a gordura dele tem sido colocada sobre o “Altar de Bronze”, e com ele os rins e vários órgnos produtores de vida. Queimase furiosamente, pois o novilho tem muita gordura. A nuvem de fumaça, chamada um “cheiro suave a Deus”, subindo na visno de todos aqueles que estno no “Átrio”, os Levitas — a família da fé, os crentes.

Isto mostra claramente como o sacrifício de Jesus apresentase aos povos crentes. Eles viram a devoçno, o ato de abnegaçno, o amoroso zelo (gordura) ascendendo a Deus como um sacrificio agradável e aceitável, durante os trLs anos  e meio do ministério de nosso Senhor. Eles bem sabiam que com ele o Pai estava sempre bem contente. Eles sabiam do que viram no "Átrio' (na carne) que ele era aceitável, ainda que nno poderiam ver o sacrifício em sua total grandeza e perfeiçno como ele apresentavase B vista de Jeová (no “Santo”), um incenso aromático no “Altar de ouro”.

E enquanto estes dois fogos estno queimando (no “Átrio” a “gordura”, e no “Santo” o “incenso”, e o aroma deles ascendendo ao mesmo tempo) existe outro fogo “fora do acampamento”. Lá o corpo da carne está sendo destruído. (Verso 27) Isto representa [58] a obra de Jesus como vista pelo mundo. Para o mundo parece imprudente que Jesus devia gastar sua vida em sacrifício. Eles nno vLem a necessidade disto como preço de resgate do homem, nem o espírito de obediLncia qual induziu isto, como o Pai viu estes. Eles nno vLem as perfeiçtes de amor do nosso Senhor e a abnegaçno como os crentes (na condiçno do “Átrio”) os vLem. Nno, nem eles acolheram nos seus dias ou desde que viram nele seu ideal de herói ou líder; eles viram sobretudo somente esses elementos de seu caráter quais eles menosprezam como fúteis ou sem valor, nno estando em condiçno de amá-lo e admirálo. Para eles seu sacrificio foi e é ofensivo, desprezado: Era desprezado, e rejeitado dos homens; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, como, no tipo viravamse com repugnância os israelitas desgostosos do mau cheiro da carcaça queimada.

Nós vemos, entno, como a vida de Jesus por trLs anos e meio satisfez todos destas trLs ilustraçtes: O sacrifício de sua humanidade perfeita era, na visno do mundo, absurdo e detestável; na visno dos crentes, como um sacrifício agradável a Deus; na visno de Jeová, “um incenso aromático”. Eles todos terminaram finalmente uma vez — na cruz. O novilho foi inteiramente disposto, a gordura completamente consumida, e o incenso todo oferecido, quando Jesus bradou: “Está consumado”. E morreu. Deste modo Cristo Jesus, homem, se deu a si mesmo em resgate por todos.

O incenso do “Altar de Ouro” tendo precedido ele e sido satisfatório, o Sumo Sacerdote passou por baixo do segundo “Véu” para o “Santo dos Santos”. Igualmente com Jesus: tendo por trLs anos e meio oferecido aceitável incenso no “Santo”, isto é a condiçno consagrada e gerada do espírito, ele passou além do “Segundo Véu”, a morte. Por trLs dias ele estava sob o “Véu” na morte: depois levantou na perfeiçno da natureza divina além da carne, além do “Véu”, a expressa imagem da pessoa do Pai. Ele sendo, na verdade, morto na carne, mas vivificado [feito vivo] no “espírito”, “Semeiase corpo animal [humano], é ressuscitado [59] espiritual”. Desta maneira nosso Senhor chegou a condiçno de “Santo dos Santos”, a perfeiçno do ser espiritual, na sua ressurreiçno. — 1 Ped. 3:18; 1 Cor. 15:44.

Sua próxima obra fora a apresentaçno do sangue da expiaçno a Deus, (verso 14) — como o preço de nossa redençno, “fostes resgatados .... com precioso sangue (vida sacrificada) de Cristo.” (1 Ped. 1:18, 19) 0 Sacerdote, na presença de Jeová, representado pela luz sobre natural (chamada Shekinah) entre os Querubins no “Propiciatório”, espargindo ou apresentando o sangue a Jeová — espargindo-o perante e sobre o Propiciatório. Assim Cristo, após quarenta dias, entrou no próprio céu, “para agora comparecer por nós perante a face de Deus”; e apresentouse como nosso representante, e como o preço de nossa redençno, o valor e mérito do sacrificio realmente consumado no Calvário. — Heb. 9:24.

A SEGUNDA EXPIAÇmO DO DIA DO SACRIFÍCIO
O BODE DO SENHOR

Agora deixamos o Sumo Sacerdote perante o “Propiciatório” enquanto nós saímos para a Corte afim de testemunhar outra obra. Citamos:

“E da congregaçno dos filhos de Israel tomará (Arno) dois bodes pelo pecado ... Também tomará os dois bodes, e os porá perante o Senhor,